terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Lixo "Galista" preso no Paraná



Doze pessoas foram detidas no fim de semana durante operação realizada na zona rural de Nova Prata do Iguaçu, em Linha Alta Bela Vista, no Paraná. Elas foram levadas para a delegacia após uma denúncia anônima que indicava a realização de uma rinha de galos no local. As informações são da Agência Estadual de Notícias.


Foram apreendidos 69 galos de rinha. Três estavam mutilados. No local havia objetos utilizados nesse tipo de crime, como anabolizantes, seringas, esporas de aço, tesouras cirúrgicas, esparadrapos, cronômetros, balança e capas para o transporte dos animais. Trinta veículos foram abandonados no barracão pelas cerca de 60 pessoas que fugiram com a chegada da Polícia Militar.


Adair Iop, de 29 anos, se apresentou como responsável pelo evento e foi autuado por exposição dos animais a duelos esportivos e maus tratos, o que caracteriza crime ambiental. A pena de detenção pode variar de três meses a um ano, e a multa de R$ 500 a R$ 3 mil por animal. "A multa mínima para Iop pode chegar a R$ 34,5 mil e a máxima em R$ 207 mil", afirma o tenente Marcos César Paluch.

Enquanto as penas continuarem brandas a relação custo-benefício continuará favorável para esses lixos. E ainda tem um monte de políticos querendo deixar a situação ainda mais vantajosa para eles.

Rabinos Aprovam o Assassinato de Bebês Não-Judeus




Rabinos patrocinados pelo governo israelense dizem quando matar bebês não-judeus é legítimo.



Há um mês vários soldados israelenses celebraram sua graduação e colocaram sua mensagem num cartaz que dizia: “O batalhão Shimshom não evacuará Homesh”.
Esse batalhão pertence a brigada Kfir do exército israelense. Ficam no território palestino da Cisjordânia. Homesh é uma colônia ao noroeste de Nablus, desmantelada em agosto de 2005 mas para qual se dirigem vários fanáticos com a intenção de a reconstruir.


Na segunda-feira, seis outros imitaram seus colegas de armas, em outro ato numa base ao sul de Hebron. “A Brigada Nahshon também não evacuará”.


Eles são jovens que estudam em Hesder Yeshivas, as 62 escolas que combinam estudos militares com o aprendizado da Torá. Em alguns deles, criados nos assentamentos, há aulas escabrosas.


Enquanto palestinos não tem a liberdade de falar livremente contra o governo israelense nem dentro de suas mesquitas e são permanentemente vigiados por espiões, nos Hesder Yeshivas - que são patrocinados pelo governo israelense - os alunos judeus são amamentados com ódio contra os árabes.



E o que ensinam no Yeshiva de Yitzhar os rabinos Yitzhak Shapira e Yosef Elitzur ?


Eles ensinam que em determinadas situações eles podem assassinar crianças não-judias.


Esses “paladinos” do sionismo religioso ensinam que:





  • Árabes, cristãos e todos os não-judeus são SERES INFERIORES, frequentemente perigosos e que devem ser sempre vistos com desconfiança;


  • Que é lícito aos judeus matar bebês não judeus, quando ficar claro(segundo a cabeça podre dos sionistas) que esses bebês crescerão para causar danos aos judeus;


  • Que é lícito aos judeus ASSASSINAR OS FILHOS DE ALGUM LÍDER QUE SE OPONHA A ELES, simplesmente para o pressionar a não mais agir maldosamente, maldosamente para eles significa se opor de alguma forma ao domínio judeu;


  • Que a Halaja (lei religiosa judaica) permite que sejam assassinados não-judeus sem desrespeitar qualquer das sete leis dadas por deus a Noé, basta que exista a possibilidade de que essas crianças possam fazer mal aos judeus no futuro se continuarem a ser criadas por pessoas “malvadas” (qualquer um que não queira ser escravo de judeu) como seus pais.



Esses dois rabinos escreveram um livro, “A Torá do Rei: Leis sobre a vida e a morte entre os judeus e as nações”. Foi vendido com sucesso em Mercaz Harav, uma yeshiva de Jerusalém, que é o carro-chefe do sionismo religioso.


O jornal israelense Haaretz , na matéria “Who is funding the rabbi who endorses killing gentilebabies?” (Quem financia os rabinos que aprovam o assassinato de bebês não-judeus?), informou que a yeshiva dirigida por Shapira recebeu fundos do governo israelense no valor de 27 mil euros desde 2007. A ONG israelense Yesh Din diz que, entre 2006 e 2007, o Ministério da Educação deu cerca de 180 mil euros à instituição. O poder Executivo de Israhell nem sequer planeja sanções pecuniárias.


Shapira e Elitzur incitam seus alunos a agir no caso de omissão da lei civil de seu país, segundo eles “Não é necessária a autorização do estado para o derramamento do sangue de quem pertence ao império malvado”, ainda segundo eles “Qualquer um que pertença a nação inimiga é considerado um inimigo”.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Mulher é Atacada com Gás Lacrimogêneo por Andar em Calçada para Homens

Correio da Manhã


Um judeu ultra-ortodoxo encontra-se detido em prisão domiciliar por ter lançado gás lacrimogéneo contra uma mulher que caminhava por uma calçada exclusiva para homens no bairro de Mea Shearim, em Jerusálem. (Quanta "coragem" a desse fiel discípulo do deus hebreu, atacar uma mulher sozinha, com gás lacrimogêneo - afinal ele não chega perto de mulher nem para brigar - simplesmente porque ela estava andando numa calçada que eles disseram que era só para homens, vai ver que o problema deles é que uma mulher iria atrapalhar a festividade, afinal o grande barato deles ali é ficar um monte de machos amontoados se roçando uns nos outros nas calçadas estreitas enquanto desmunhecam oram a deus ...pedindo por mais homens e calçadas ainda mais estreitas)

Yoel Kraus, membro de uma seita de boiolas anti-mulher fundamentalista judia denominada Eda Haredit, foi detido depois da vítima ter denunciado o ataque à polícia.

O incidente ocorreu durante a festividade dos Tabernáculos. A mulher ‘ousou’ caminhar por uma calçada só para homens, depois dos avisos de Kraus para sair dali.(Kraus ficou com medo de perder algum homem para a moça)

Segundo o acordo policial, o atacante deverá permanecer detido durante cinco dias fora de Jerusálem e não está autorizado para regressar à cidade dentro de duas semanas. O homem está ainda proibido de participar em manifestações e atos públicos durante um mês.(Xí, ele perdeu o baile gay evento religioso)

Os líderes ultra-ortodoxos residentes no bairro de Mea Shearim decidiram há três anos que, para preservar as restritas regras do recato da comunidade, homens e mulheres deviam caminhar por calçadas diferentes da rua.(Não existe lei regulando o direito de ir e vir, as bibas malucas religiosos é que dizem quem vem e quem vai ...e por onde vai)

Durante as festividades, os líderes do bairro pediram a dezenas de segurança que patrulhavam a zona para manter a lei, mas Kraus decidiu obrigar ao seu cumprimento por sua própria iniciativa.(Não adianta arrancar as calças pela cabeça Kraus, ela é o que você gostaria de ser... mas jamais será) 

A mulher atacada não chegou a pedir assistência médica.

Primeiro fim de semana vivido sob novas "regras ecológicas"

BBC

A jornalista paulista Rose Silva relata como foi o fim de semana de 28 e 29 de novembro, em que sua família, a convite da BBC Brasil, começou a seguir sugestões de como reduzir o impacto de seu estilo de vida sobre o meio ambiente. Leia abaixo o primeiro relato de Rose no 'diário ambiental' da família.

"O primeiro fim de semana da família depois que decidimos reavaliar os hábitos para torná-los mais sustentáveis teve alguns efeitos práticos interessantes. Estive no sacolão para fazer as compras semanais e diminuí a quantidade de alimentos na cesta, pois observei que as frutas, principalmente, nessa temperatura de verão, ficam boas por menos tempo. A melhor coisa a fazer é prever um tempo para repor o estoque no meio da semana e assim evitar desperdício.

A leitura conjunta das dicas para melhorar nossos hábitos foi muito intressante para as crianças. Identificamos como principais desafios da família prestar mais atenção aos aparelhos que permancecem ligados desnecessariamente por longos períodos, como é caso do computador, muitas vezes junto com a TV e o aparelho de som.

Também assumimos o compromisso de avisar um ao outro quando idenficarmos luzes acesas em ambientes vazios.

O tempo do banho também foi consenso: vamos abreviar ao máximo! Meu filho, inclusive, que não curte muito um chuveiro disse que é capaz de tomar banho em 20 segundos ou menos. Ma creio que não seja uma decisão muito saudável".

Família brasileira encara desafio de reduzir impacto ambiental

BBC


Entrando no clima da COP-15, a reunião sobre mudanças climáticas em Copenhague, que terá início semana que vem, uma família paulistana de classe média aceitou o desafio de tentar reduzir sua pegada ecológica, e vai dividir com os leitores da BBC Brasil os sucessos e fracassos dessa empreitada.

Durante uma semana, a jornalista Rose Silva, 43 anos, seu marido, o cientista político Giorgio Romano Schutte, 46, e os filhos, Isadora, 11, e Angelo, 8, vão relatar as pequenas mudanças que farão em sua rotina com o objetivo de reduzir seu impacto ambiental.

Tradução do termo inglês ecological footprint, a pegada ecológica é um indicador de sustentabilidade que mede o quanto de recursos naturais pessoas, famílias, empresas ou países consomem e o quanto de lixo produzem no período de um ano.

A experiência da família de Rose não pretende ser científica, já que não se mediu sua pegada ecológica em detalhes antes do início dos relatos e também não se pretende fazer uma medição formal ao fim de apenas uma semana.

Aqui o termo será usado no sentido de demonstrar mudanças simples de comportamento que podem tornar o dia-a-dia de uma família mais sustentável.

Depois de fazer um resumo de seus hábitos cotidianos, a família recebeu dicas de especialistas do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, entidade focada na mudança de comportamento do consumidor.

Rotina

Rose, o marido e os filhos vivem em uma casa de três quartos no bairro de Vila Mariana, em São Paulo, e têm rotina semelhante a de muitas famílias de classe média das grandes cidades brasileiras.

As crianças estudam perto de casa, e costumam ir a pé para a escola. Na volta, usam transporte escolar.

Rose também vai a pé para o trabalho. Giorgio, porém, é pesquisador do Ipea em Brasília, e passa a semana na capital federal. Lá, ele usa o transporte público.

O carro acaba saindo da garagem somente nos finais de semana, o que reduz bastante as emissões de gases causadores do efeito estufa. No entanto, as viagens semanais de avião feitas por Giorgio são fonte de emissões.

Segundo os especialistas do Instituto Akatu, usar cada vez menos o automóvel e mais o transporte público, bicicletas ou mesmo se deslocar a pé ajuda a reduzir as emissões. São necessárias nove árvores para absorver as emissões anuais de um carro pequeno a gasolina que roda 30 Km por dia.

Em casa, Rose tenta não deixar luzes acesas ou aparelhos eletrônicos, como TV ou computador, ligados quando não há alguém no ambiente. Segundo ela, porém, as crianças nem sempre têm esse cuidado.

A família também separa o lixo seco do orgânico e tenta evitar o desperdício de alimentos. A maior parte do lixo produzido no país é de restos de comida, e o lixo orgânico de apenas um brasileiro emite, ao final de um ano, um volume de gases de efeito estufa equivalente ao absorvido por três árvores.

De hoje a sexta-feira, os leitores da BBC Brasil poderão acompanhar como Rose e sua família vão tentar alterar alguns hábitos em busca de um estilo de vida mais sutentável. Ao final dessa jornada, um especialista do Instituto Akatu vai avaliar o sucesso do desafio.

PEGADA BRASILEIRA


A pegada ecológica do Brasil está um pouco abaixo da média mundial. Em 2005, segundo a organização não-governamental ambientalista WWF, os brasileiros consumiam cerca de 30% além da capacidade do planeta.

Em todo o mundo, o consumo equivale a aproximadamente um planeta e meio. Isso significa que a capacidade regenerativa da Terra não consegue acompanhar a velocidade da transformação de recursos em produtos de consumo e geração de resíduos.

Apesar do aumento de sua pegada ecológica nos últimos anos, o Brasil ainda é considerado um credor ecológico, ou seja, com riqueza natural interna superior ao consumo de sua população.

As emissões de CO2 são ainda responsáveis pela maior fatia da pegada ecológica brasileira, já que o país está entre os maiores emissores do mundo, principalmente em razão do desmatamento.

Dados da Rede Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), indicam que a emissão média anual do Brasil é de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por pessoa, o dobro da média mundial.

Historicamente, o desmatamento responde por cerca de 50% das emissões brasileiras de gases causadores do efeito estufa. Como houve redução no desmatamento desde 2005, as emissões brasileiras hoje são menores do que naquele período.

Segundo o climatologista Carlos Nobre, pesquisador do Inpe, a matriz energética brasileira está ficando gradualmente menos limpa. Por outro lado, nos últimos cinco ou seis anos aumentou o uso de bioetanol, combustível considerado menos poluente.

FONTES: Irineu Tamaio, coordenador do programa de educação para sociedades sustentáveis do WWF-Brasil, e Carlos Nobre, pesquisador do Inpe e presidente do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas